250€ chegavam para limpar Portugal da corrupção. A farsa politica (VIDEO)


1- O fiscalista Tiago Caiado Guerreiro afirma que "bastava pegar em 250 euros pagar a um advogado e tradutor para traduzir as normas, anti corrupção, de um país decente e acabava-se com a corrupção por cá. Na verdade as que se fazem cá, é só atirar areia para os olhos."

2 - Os governos fazem sempre uma confusão e depois não dá em nada. Vem com um conjunto enorme de medidas em vez de normas claras e transparentes sobre o que é que é a corrupção.

3 - A luta contra a corrupção não é difícil de fazer, bastando para tal copiar o que existe, por exemplo, nos cinco países menos corruptos do mundo, são normas que são muito transparentes, são normas que, ao contrário do que aqui está previsto, não se aplicam a toda a população portuguesa.

Aplicam-se só a detentores de cargos políticos, por isso são muito mais focadas naqueles que têm o risco de praticar a corrupção e permite, por isso, um enfoque muito mais fácil da polícia judiciária, do ministério público, dos tribunais e dos outros órgãos de fiscalização.

4 - em Portugal, as leis são feitas exactamente para não ser possível apanhar as pessoas em situação de corrupção... e não se conseguir provar em tribunal. 

5 - Todos estes casos, que estão em tribunal, não vão dar em nada, porque a norma, mesmo que eles fossem filmados no acto de corrupção, seria difícil provar em tribunal com as normas que temos, quanto mais com advogados competentes (do lado dos corruptos).

Um caso escandaloso, quando se grava e denuncia actos de corrupção, é-se punido? " Gravar conversa com Domingos Névoa vai custar 1200 euros a Sá Fernandes" fonte 

6- Por outro lado, temos o Ministério Público que está organizado, (e que sem culpa disso), para não conseguir investigar a corrupção.

7 - Também a polícia judiciária não tem meios para investigar a corrupção.

8 - Se juntarmos a isto, tribunais pouco treinados e normas que não funcionam, então isto é o paraíso dos corruptos.

9 - Aliás, todos nós conhecemos casos, ao longo do país todo, de fortunas inexplicáveis que continuam inexplicáveis e que apareceram de repente, após o exercício de cargos políticos ou em ligação com o Poder.

10 - Todos nós sabemos que muita gente sai dos cargos públicos, políticos, e depois vai para a frente de grandes empresas e alguns deles criam grandes fortunas, quer dizer, tudo coisas que são inexplicáveis e inaceitáveis em sociedades civilizadas, excepto neste país, onde se pode bater sempre no contribuinte mas tratamos maravilhosamente bem os corruptos…

11- Eu espero que isto não seja mais uma vez o que tem sido feito, que sempre que eles alteram as normas de corrupção, tornam-nas mais incompreensíveis e mais impossíveis de aplicar pelos tribunais e pela investigação.

12 - … Nós não temos um combate à corrupção.Temos normas de branqueamento, que é uma coisa diferente. Temos normas que permitem aos corruptos saírem de um julgamento todos praticamente ilibados...

13 - Há casos que eu acho terríveis: as parcerias público-privadas e o BPN são de certeza casos de polícia, são dois casos paradigmáticos em Portugal.

"PARECER DA TIAC SOBRE OS PROJECTOS DE LEI DA TRANSPARÊNCIA ACTIVA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA E DO REFORÇO DOS DEVERES E DA FISCALIZAÇÃO SOBRE OS RENDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS," A NÃO PERDER, PRINCIPALMENTE A PÁGINA 8.


Aos 6 minutos deste video, Paulo Morais explica a farsa do combate à corrupção.

Corrupção afundou Portugal, Paulo Morais.

Quem luta contra a corrupção é atacado

Marinho Pinto, desmascara corruptos

Presidente da república permite.

Corrupção causa crise em Portugal e Grécia.

Atrevam-se a sugerir leis contra a corrupção.

Quem tenta enfrentar o lobie da EDP?

PAULO MORAIS CONVIDA OS CORRUPTOS A TEREM VERGONHA.

Jorge Miranda, um dos ‘pais’ da Constituição da República, considera «horroroso» o processo de nomeação de três juízes para o Tribunal Constitucional (TC), feito esta semana pelo PS, PSD e CDS. «É a partidarização mais completa do TC. É um sistema horroroso e um precedente gravíssimo» – diz ao SOL o constitucionalista e professor da Faculdade de Direito de Lisboa, sobre o facto de Conde Rodrigues, Saragoça da Matta e Fátima Mata-Mouros terem sido anunciados à vez, pelo PS, PSD e CDS, respectivamente. «É inadmissível que estas propostas de eleição pela AR apareçam como propostas de partidos. Antes, o que havia era uma proposta conjunta, em lista, um acordo tácito dos dois maiores partidos, embora se pudesse saber mais tarde quem tinha indicado quem», recorda Jorge Miranda.

A indicação de Conde Rodrigues – a mais polémica, pela falta de currículo como juiz – levanta também problemas de legalidade. O ex-secretário de Estado da Justiça de José Sócrates foi apontado pelo PS para preencher a quota de magistrados de carreira. Mas além de ter cumprido apenas um ano e meio como juiz de primeira instância no Tribunal Administrativo (onde entrou em 2003 através de um curso especial para agentes da Administração Pública), o candidato encontra-se também em licença prolongada. Entretanto, ontem, Saragoça da Matta anunciou a sua desistência por «motivos de ordem pessoal». Os sociais-democratas reagiram em comunicado: «Nesta circunstância o PSD decide apresentar a professora doutora Maria José Rangel Mesquita como candidata a juíza do TC».

Fonte e foto: Apodrecetuga

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